quinta-feira, agosto 13, 2020
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PHOTO 2019 12 18 00 05 15 3Durante o 1.º período letivo, no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e sob a responsabilidade da professora Gorete Moreira, os alunos das oito turmas do 8.º ano da Escola Básica António Feijó (EB António Feijó) desenvolveram o projeto denominado “Somos o que comemos”, procurando alertar para a importância de uma alimentação saudável, preservando o património.
Na aula de História, fizeram o estudo dos produtos vindos para a Europa durante a época dos Descobrimentos. Na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento e TIC pesquisaram informação sobre vários produtos, como a canela, o cravinho, o arroz, o açúcar, a pimenta, entre outros, destacando o seu local de origem, os usos e benefícios para a saúde humana. Em colaboração com os Encarregados de Educação efetuaram a recolha de receitas onde os produtos estudados estavam presentes.
Porém, o projeto foi mais longe. A fim de proporcionar aos alunos novos contextos de aprendizagem, foi estabelecida uma parceria entre a EB António Feijó e a Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Ponte de Lima (EPADRPL), com vista a promover o projeto entre ambas as escolas.
Assim, entres os dias 9 e 17 de dezembro, os alunos do 8.º ano, acompanhados pelas professoras Gorete Moreira, Manuela Gomes, Anabela Matias, Manuela Gonçalves, Paula Nogueira e Odete Leitão, deslocaram-se à EPADRPL para porem, finalmente, “as mãos na massa”.
Durante cinco dias, em plena cozinha pedagógica da EPADRPL, sob a supervisão dos professores de Cozinha/Pastelaria, João Paulo Fernandes e Manuel Barbosa, e rigorosamente orientados pelos “chefs” do 2.º FC e do 3.º FC do Curso Profissional Técnico de Cozinha/Pastelaria, os alunos da EB António Feijó tomaram parte na preparação, confeção e, sobretudo, na degustação de receitas como o arroz-doce, os coscorões de laranja, os queques de cenoura, os sonhos simples, os sonhos de abóbora e os deliciosos bolinhos de abóbora.
Tendo elucidado os alunos sobre os malefícios do consumo excessivo do açúcar, o professor João Paulo Fernandes sublinhou: “É de extrema importância confecionar as receitas tradicionais, conservando o tesouro dos nossos antepassados; mas é igualmente importante reduzir, sempre que possível, a quantidade de açúcar que utilizamos”.
Ao fim dos cinco dias desta atividade multidisciplinar e de parceria entre ambas as escolas, todos manifestaram o mesmo desejo: “Temos de manter esta colaboração, fazendo mais atividades conjuntas e concretizando a relação teoria-prática!”

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