domingo, outubro 25, 2020
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Jornal Despertar

Aprender a brincar…
A turma do 1º ano da Escola da Gandra comemorou o Dia da Alimentação de forma lúdica e divertida. Através da história “A menina que não gostava de fruta” foi possível trabalhar a oralidade e vocabulário, bem como fazer contagens e agrupar os frutos de acordo com as suas caraterísticas. Para terminar o dia em grande e promover a importância de uma alimentação saudável, cada aluno construiu a roda de alimentos, em forma de puzzle, que se encontram expostas na escola.
Foi um dia de grandes aprendizagens!

No passado dia 8 de Outubro, pelas 14:00, os alunos do Centro de Aprendizagem, acompanhados das professoras Rosa Varajão, Adelaide Martins e Lígia Pedra efetuaram uma vista de estudo ao Rio Lima.
Ao saírem da nossa, Escola pararam no monumento dedicado a António Feijó, próximo dos Paços do Concelho. Na ponte, ao olharem para o rio, os alunos depararam-se com o crescimento de muitas plantas subaquáticas que libertam um gás. Este fenómeno denomina-se eutrofização e é causado pela abundância de nutrientes empregues na agricultura praticada nas margens do rio, dos quais as plantas se alimentam. Os adubos artificiais, usados em quantidade excessiva, são a causa deste fenómeno. As plantas, no seu processo de fotossíntese libertam o gás metano que é muito prejudicial aos peixes do rio.

Pelo terceiro ano consecutivo foi atribuída à Escola Básica António Feijó a bandeira verde, na sequência das boas práticas ambientais implementadas no estabelecimento de ensino, em busca da sustentabilidade. O envolvimento dos alunos em ações que visam a otimização de recursos, recolha seletiva de resíduos, promoção e manutenção de espaços verdes são alguns dos projetos em que a comunidade escolar esteve envolvida durante o ano letivo anterior. Projetos como a recolha de pilhas, lâmpadas, eletrodomésticos, horta biológica, charco pedagógico, espaços verdes e zonas de lazer são emblemáticos na escola e ajudam a fazer crescer junto dos alunos a sensibilidade ambiental de que devem estar providos todos os cidadãos.

A turma do 4º ano da Escola Básica da Gandra, depois de explorar o tema “Alimentação Saudável”, realizou um desfio fantástico, em que cada aluno desenhou o seu fruto preferido, transformando-o num belo vitral cheio de cor e padrões.
Desta forma muito divertida, conseguiram uma simbiose perfeita entre a arte e alimentação.

Há (nova) vida nas bibliotecas António Feijó!

Não obstante as limitações que o atual contexto de crise sanitária impõe, as nossas bibliotecas continuam firmes na sua missão de construir conhecimento, alargar saberes e levar alegria a todos os seus utilizadores.

Durante o ano letivo 2020/2021 continuar-se-á a desenvolver o Projeto Ciência Viva na Escola, continuando com a parceria da Casa da Ciência de Braga nas seguintes atividades:
Observação astronómica, através de um telescópio que tem tecnologia que se liga aos smartphones ou tablets e enviará a imagem do astro a observado, evitando assim possíveis contactos ou ajuntamentos entre os participantes;
Monitorização do Rio Lima, com a última saída de campo ao rio Lima, que deverá ser realizada com um grupo mais reduzido de alunos, integrantes da mesma turma, onde farão recolha de amostras em todos os pontos de análise, para evitar partilha de materiais entre turmas. A ação será transmitida para os restantes alunos das turmas envolvidas.

A juntar à nossa seleção de abecedários literários (artigo na página), trazemos para conversa de sexta-feira à noite, em jeito de balanço da 1.ª semana de aulas, um abecedário muito especial: Hoje sinto-me de Madalena Moniz. Uma palavra por página, uma oportunidade para falar sobre as emoções que sentimos, um convite a fazer também o nosso dicionário (ou emocionário😇)

No âmbito do protocolo de cooperação institucional entre a CIM do Alto Minho e o Département du Finistère, o agrupamento aderiu a uma proposta de intercâmbio entre os dois territórios. O projeto, que envolve três turmas de 3º CEB de francês (7ºD, 8ºA e 9ºA), e que conta com a colaboração da Biblioteca Escolar, tem como principal objetivo a troca de experiências, através de atividades relacionadas com as especificidades das regiões envolvidas (Alto Minho e Finistère – Bretagne), e com as línguas. Para o efeito, foi constituído um grupo de trabalho, composto pelas docentes das turmas participantes, Lúcia Barros, Sandra Ranhada e Odete Leitão, e pelos parceiros do projeto em Brest, Fabienne Granier, Paul e Sébastien Besseau, cujo trabalho se vem materializando em reuniões on-line com periodicidade mensal (tendo a primeira tido lugar no dia 21.9.2020). Este projeto, que encontra eco nos princípios do projeto educativo, nomeadamente nos domínios da Educação Não Formal e da Educação Multiliterácita, é também uma oportunidade de levar a efeito iniciativas abertas à comunidade, integrando questões ligadas à emigração (e à sua história na região), ao desenvolvimento económico, à cultura, e ao património imaterial, ações que se prevê integrar nas comemorações da semana da francofonia, em março de 2021.

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