sexta-feira, fevereiro 26, 2021
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Que a leitura traz benefícios ao nível do enriquecimento lexical e da correção ortográfica, que, por sua vez, se traduzem num melhor desempenho escolar, é uma ideia globalmente aceite. E se a leitura puder também contribuir para o bem-estar e felicidade das crianças e das famílias?

Num momento dominado pela tecnologia, pela velocidade, pela fragmentação de informação, e pela incerteza, a leitura apresenta-se como um convite a abrandar, a refletir e a (re)descobrir a beleza e a grandeza do que nos rodeia.

Tendo por base estas questões, nesta sessão propomos uma reflexão sobre as potencialidades do livro e da literatura para a infância, acompanhada da partilha de sugestões diversificadas, visando um renovado olhar sobre o livro e a sua versatilidade, assim como a integração da leitura nas rotinas da família, transformando-a num verdadeiro valor. 

Esta sessão terá lugar no dia 22 de fevereiro, e será dinamizada pela professora Lúcia Barros, cuja nota biográfica pode ser consultada AQUI.

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No dia em que retomamos a atividade letiva na modalidade de Ensino à Distância, o tema da sessão na nossa Escola de Pais não poderia ser mais adequado.

E, por isso, decidimos abrir esta sessão a todos os pais interessados, que devem, para o efeito, preencher o formulário de contacto desta página (menu à direita), para que possamos enviar o link de acesso à sessão, que decorre no dia 8 de fevereiro às 19h (duração prevista de 1h e 15m).

Neste encontro, a Doutora Fátima Pereira propõe uma reflexão sobre a importância e as possibilidades da organização do espaço e do tempo em família para uma gestão o mais equilibrada possível entre vida familiar e a Escola em casa, acompanhada de um conjunto de estratégias, onde se valoriza o lúdico e o lado informal da aprendizagem.

"A situação de pandemia que temos vivido e os confinamentos que a mesma nos impôs enquanto sociedade, trouxe novos e renovados desafios também às famílias, nomeadamente em contexto de ensino à distância mediado pelas tecnologias. Partindo do reconhecimento de que as realidades familiares são muito diversificadas, propomo-nos refletir sobre a importância (e possibilidades) da organização do espaço e do tempo em família para uma gestão o mais equilibrada possível entre vida familiar e a Escola em casa. Por outro lado, reconhecendo-se as mais-valias de um processo de complementaridade entre a ação das famílias e a ação da Escola no processo educativo das crianças e jovens, propomo-nos refletir também sobre a importância (e possibilidades) de, em contexto familiar, se potenciarem aprendizagens diversificadas e em sentido amplo, recorrendo ao lúdico e a outras estratégias informais."
Nota Biográfica da Formadora:

Maria de Fátima de Sousa Pereira é licenciada e doutorada em Ciências da Educação pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto. É Professora Adjunta na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo (ESE-IPVC), onde coordena a licenciatura em Educação Básica. A sua atividade docente e investigação, no âmbito da formação de professores, incide sobre questões relacionadas com o desenvolvimento e gestão do currículo, avaliação educacional, políticas educativas e curriculares e inovação educacional para a melhoria do ensino e da formação de professores.

Outras sessões da Escola de Pais:

Sessão 4 - Avós e Netos, o Contributo da Criança para um Envelhecimento Saudável

Sessão 3 - O Lugar dos Afetos no Desenvolvimento da Curiosidade e da Motivação

Sessão 2 - Soltem as Crianças! Atividades ao ar livre para as Quatro Estações

Sessão 1 - A nossa Escola em Tempos de Pandemia

Foto: Getty Images

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A encerrar um ano que ficará na memória de todos nós, sentimo-nos de alma cheia e de coração a transbordar. Apesar de 2020, e graças a 2020, a família ELF cresceu, novos livros conheceram novos leitores (e alguns conquistaram lugares especiais na vida de muitos de nós). 

Ao longo do ano, contamos com mais uma edição ELF, que nos fez regressar ao lugar onde tudo começou; criamos e dinamizamos as rubricas Fiquem em casa e (re)descubram o prazer e ler juntos e Calendário de Leituras de Advento, que possibilitaram experiências de proximidade e de novas abordagens aos livros; apresentamos mais de 130 sugestões de leitura, distribuídas por diferentes temas e rubricas, e mais de 100 propostas de atividades; estreitamos a comunicação com os nossos leitores no Facebook e no Instagram; continuamos a integrar as ações aLer+2027; fomos duplamente distinguidos com o selo Escola Amiga da Criança; e brindados com maravilhosas partilhas de experiências, que se traduziram em belíssimos trabalhos

Não é, portanto, de estranhar que estejamos de alma cheia e de coração a transbordar: OBRIGADA A TODOS! 

Em jeito de agradecimento, trazemos uma seleção de livros com coração dentro (pois ao coração todos falam). São quatro obras de 2020 que, em nosso entender, encerram uma poderosa e pertinente mensagem para uma era que se quer nova.

Estes quatro trabalhos, que se ligam pelo coração, abrigam quatro histórias de amor bem distintas entre si. A alma perdida, uma obra da polaca Olga Tokarczuk, prémio nobel da literatura, ilustrada pela inconfundível Joanna Concejo, dirige-se a pequenos e (sobretudo) a grandes leitores, e constitui uma poderosa reflexão sobre o ritmo frenético que atualmente levamos (e com o qual compactuamos), e as consequências de uma vida de superficialidade. 

Revemo-nos com facilidade em Jan, o protagonista, que depois de um episódio em que se esquece de quem é, recorre a uma sábia médica que lhe apresenta um curioso diagnóstico e um inesperado tratamento:

"- Se alguém pudesse olhar para nós lá do alto, veria que o mundo está repleto de pessoas que correm apressadas, transpiradas e muito cansadas, e que atrás delas correm apressadas as suas almas perdidas (...)"

"(...) O senhor tem de encontrar um lugar onde se sinta bem, sentar-se aí tranquilamente e aguardar pela sua alma. (...)"

E foi o que Jan fez. Depois de encontrar uma casinha nos arredores da cidade, sentou-se à espera da sua alma. 
O reduzido texto verbal que integra a obra é compensado pelo espaço dado às ilustrações, responsáveis pelo caminho de leitura de cada um. 
Atendamos, por exemplo, em aspetos como a passagem do tempo (que nos é revelada pelo crescimento da barba e do cabelo de Jan), ou da transformação dos espaços, com a chegada da "alma" do protagonista, representada por uma criança. 
Esta história de amor, que termina como as dos contos de fadas, apresenta a Infância (o tempo da curiosidade e do deslumbramento) e a Natureza (com os seus ritmos e o seu tempo lento) como lugares de regresso à essência e de resgate do essencial:
 
"Desde então, viveram felizes para sempre e Jan passou a ter muito cuidado para não fazer nada demasiado depressa de modo que a sua alma conseguisse acompanhá-lo. (...)"
A história de amor que se vive em Os sinais do Coração, um trabalho muito original, com texto do brasileiro Guilherme Semionato e ilustrações (bem nacionais) de Gabriela Sotto Mayor, é tão inesperada quanto insólita. Tal como a escolha anterior, é também um livro para ler muitas vezes, atendendo aos vários níveis de leitura que apresenta.
Detenhamo-nos, por exemplo, na observação das guardas (imagem abaixo). A transformação dos elementos que compõem a paisagem, embora nos forneça pistas valiosas, só no final da leitura revelará o(s) seu(s) sentido(s).
 
A história de amor que aqui se vive é protagonizada pelo Til e pela Cedilha que moram na palavra CORAÇÃO. E só acontece porque "(...) por vezes, mesmo as almas mais quietas querem estender a mão para alguém".
E é então que o Cupido ataca. Depois de um divertido encontro, onde os dois se conhecem (excerto abaixo), esta história tem direito a tudo o que uma boa história de amor tem direito: o amor à primeira vista, o namoro, os cúmplices, "os do contra", a preparação da boda, a chegada dos convidados, o casamento e a festa, a lua de mel (e as suas peripécias), e a nova vida do casal, que passa a morar na palavra HABITAÇÃO.
 
"- Oi. Quem é você? - perguntou a Cedilha.
- Eu sou o Til.
- Tio? Tio de quem?
- Til, com l de lombriga.
- Ah! Então você não é tio de ninguém?
- Não. Sou filho único.
- Qual é o nome de sua mãe?
- Mãe. Todo Til nasce da palavra Mãe. Nós ficamos perto dela o máximo que dá, mas uma hora temos de viver em outras palavras.
- Aí, você veio parar aqui? (...)"
 
Este trabalho encerra a velha máxima sobre o poder que a literatura tem de tornar extraordinárias as coisas aparentemente "vulgares". É, com efeito, e tendo como cenário o dicionário, que os autores constroem um profícuo diálogo entre signos, significados e sentidos, capazes de abrir um amplo leque de leituras e interpretações (que podem ir, por exemplo, da simples história de amor às diferentes representações da família - até as mais controversas). 
O humor, que ora é conferido pelo texto, ora por apontamentos pictóricos,  associado à explosão sensorial que emana da ilustração, completam o cenário desta bonita história com coração dentro.
A história de amor se se segue mora num delicado livrinho, onde as palavras se vestem de poesia e falam diretamente ao coração. Falamos de Coração de Pássaro, uma obra de Mar Benegas e Rachel Caiano, que conhecemos, quase por acaso, neste belo espaço limiano, onde os livros têm um lugar especial.
Nesta obra, o leitor entra logo em modo poético ao ler a apresentação das autoras (imagem abaixo), aspeto que apreciamos particularmente na Akiara.
Com a busca da poesia (e da beleza) como fio condutor, esta história de amor, protagonizada por Nana e Martim, é feita de sensibilidade e delicadeza, e traduzida para uma linguagem de que só os poetas são capazes.
 
"Porque os olhos de Nana eram um vulcão de areia lunar. Observavam um melro e transformavam-no num bosque.(...)"
 
"E Nana tinha um amigo. Era o seu vizinho, filho do padeiro. 
Ali permaneceram muito tempo juntos, escutando aquele diálogo interminável. E o Martim mostrou um bolo, quase acabado de fazer, e partilharam-no. E deram um beijo.
- Ah. Então eu também gosto de poesia - concluiu ele.
E o Martim pensou que a poesia eram pedras e búzios. (...)"
E é entre a aldeia de pescadores onde os dois vivem, e onde a menina tenta encontrar métodos para escrever poesia, a cidade para onde Nana parte em busca dos poetas, e o bosque, onde a alquimia tem lugar, que Nana e Martim vão construindo a sua história de amor, uma história com sabor a pão, a mar e a palavras. 
 
"O Martim, o filho do padeiro, só escrevia versos com farinha branca; amassava-os e metia-os no forno. Era o mistério do pão acabado de fazer. E despediu-se de Nana com um presente. Tinha forma de pássaro."
 
(E não resistimos, a propósito, a recordar aqui Petrini e Sepúlveda, quando no seu livro Uma ideia de Felicidade, referem que "há mais sabedoria num pão bem feito, do que num discurso para «arejar os dentes»")   
 O livro que completa a nossa seleção é de autoria nacional, de Marco Taylor, e gostamos dele pelo seu caráter experimental e inovador. Trata-se de um livro às fatias, que integra a categoria de livro-objeto, e que contém também uma história de amor. Nesta obra, porém, é o leitor que decide como acaba a história: falamos de A história que acaba bem. A história que acaba assim-assim. A história que acaba Mal.
É um livro onde predomina a imagem sobre o texto (que é residual), e que convida a refletir sobre as escolhas que fazemos, sobre as variáveis que controlamos e as que não dependem de nós. 
A paleta cromática escolhida (não ao acaso, dada a simbologia que encerra) dá o tom às três histórias. Os diferentes desfechos são materializados com a incorporação de cores e tons condizentes com os estados emocionais que emergem de cada história.
Por cá, e porque gostamos que as histórias ELF acabem bem, pedimos de empréstimo ao Marco algumas palavras, e, ainda que "quando apaixonados, às vezes sejamos tolos", outras vezes, "quando apaixonados temos mais coragem!". 
A nossa paixão pelos livros e o nosso amor à leitura continuarão a marcar presença neste espaço.
Obrigada a todos.
 
Nota: No que respeita a novidades editorais da LIJ em 2020, falamos de outras obras a propósito das representações do ambiente na literatura; das representações da infância; dos avós que povoam a atual literatura infantil; e de leituras luminosas para dias cinzentos
 
 
Boas leituras e desejos de um feliz Ano Novo!
 
 
 
 
 
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A formação docente a partir da BE é uma prática corrente das Bibliotecas António Feijó, pois acreditamos que o sucesso da formação de leitores reside numa sólida formação de mediadores. Anualmente, e em função dos projetos em desenvolvimento no agrupamento, a BE desenvolve, na modalidade de Ações de Curta Duração, formação dirigida a grupos específicos de docentes.

Num ano em que as atividades (diretas) com alunos se encontram muito condicionadas, e de modo a contornar este desafio, reforçamos a nossa aposta nesta valência da BE. Assim, no seguimento do conjunto de ações informais que desenvolvemos no 1º trimestre, vamos dinamizar durante os meses de fevereiro e março duas ações de curta duração (ACD) de três horas. 

As ações dividem-se em sessões de noventa minutos e assentam nos domínios da educação literária, leitura e escrita. Destinam-se aos docentes da EPE, 1º CEB e Português 2º e 3º CEB, podendo abrir-se a professores de outros grupos disciplinares, interessados nos temas a abordar.
A primeira ação, Em Busca do Belo | Percursos de Escrita Criadora, a ter lugar nos dias 3 e 10 de fevereiro, incidirá no texto breve e no microconto, tendo por base autores nacionais e internacionais cujo centenário se comemora no presente ano letivo (Mário Castrim, Sidónio Muralha, Matilde Rosa Araújo, Gianni Rodari...).

A segunda ação, Educação Literária. Questionamento: Sim. Questionário: Não., terá lugar nos dias 24 de fevereiro e 3 de março, e incidirá na apresentação e experimentação de estratégias de abordagem ao texto literário, indutoras de reflexão e potenciadoras da criatividade.

As ações, de caráter teórico-prático, serão dinamizadas pela coordenadora da BE, professora Lúcia Barros, e terão lugar na Plataforma TEAMS, das 17:30h às 19h.

Tendo em conta a componente prática das ações, e de modo a permitir uma efetiva interação e construção de conhecimento, o número de participantes é limitado a 15 docentes em cada ação.

As inscrições decorrem até ao dia 1 de fevereiro, devendo ser feitas através de formulário próprio, disponível AQUI.

A biblioteca continua convosco.

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Tal como falamos aquando da abertura do ano letivo, o projeto de leitura em articulação com a família que delineamos para 2020/2021, Canteiros de Histórias, desdobra-se em três eixos temáticos, tendo por base um conjunto de obras literárias de potencial receção infantil dentro dos temas, e pressupõe a vivência de uma experiência em família, que poderá resultar num produto final.

Às várias escolas do agrupamento já começaram a chegar ecos deste projeto: trabalhos e  testemunhos que revelam, por um lado, a tónica que é colocada no processo, que é onde reside a verdadeira experiência, e, por outro, as potencialidades da leitura literária em ambiente familiar, quer ao nível do desenvolvimento das várias literacias, quer do estreitamento de laços afetivos entre os vários elementos, e as diferentes gerações.

Dentro do eixo temático Ritmos da Natureza, a proposta consiste na construção de um Canteiro (na horta, no jardim, em vaso, em garrafa, em lata…) que sirva experiências de germinação, crescimento, floração, frutificação, etc, e  que tenha por base a leitura realizada dentro do tema. O canteiro literário que podemos ver na imagem mostra-nos, por exemplo, as possibilidades de associação da leitura a experiências "verdes". Este bonito vaso trará sempre à memória a leitura que esteve na base da sua construção. 

O eixo temático Representações da Infância pressupõe a construção de um mini livro artesanal, em formato original,  que tenha por base a leitura realizada (uma personagem, um cenário, uma mensagem, uma inquietação…). Os trabalhos que a seguir apresentamos mostram duas ideias bem originais de concretização.

No primeiro trabalho, a partir da obra Quando eu Nasci, a família da Letícia construiu um belo "scrap-álbum", que encerra um conjunto de memórias felizes na vida da menina. Já em casa da Ana Liu, a leitura da obra A Viagem, que trata uma temática difícil na literatura infantil, a questão das migrações forçadas, deu origem a um delicado livrinho acordeão que representa, essencialmente, os diferentes estados emocionais vividos pelas crianças que protagonizam a obra.

A Sabedoria dos Avós, terceiro eixo temático em que se desdobra o projeto, prevê a elaboração de um frasco de memórias “coisas que a avó/o avô me ensinou/me contou”. Os originais produtos que se seguem são a prova da pluralidade de leituras que é possível realizar em torno de um eixo comum.

Escolher um frasco (ou outro recipiente de desperdício) e embelezá-lo de acordo com a obra trabalhada é a primeira sugestão de concretização. Os quatro "frascos de memórias" que aqui trazemos são reveladores da veia criativa de grandes e pequenos leitores. Na imagem acima, por exemplo, a partir do ternurento livro de Chema Heras, Avós, a Matilde explorou a dicotomia Sol e Lua, que acompanha as falas do avô Manuel e da avó Manuela ao longo de toda a obra. Já na imagem abaixo, podemos ver uma alegre recriação de O meu avô, adaptado a "A minha avó", onde não faltam as mensagens de ternura.

O trabalho abaixo, inspirado na emblemática obra A Manta, realizado pelo Enzo e pela sua família, fez-se acompanhar de um testemunho onde o poder da literatura no resgate de memórias é particularmente notório:

"Neste trabalho sobre o livro "A Manta", fizemos um pote da memória, revestimos com retalhos de tecido para fazer lembrar a manta da avó, para a tampa utilizamos um pedaço de tecido, que era do vestido da 1 comunhão da minha irmã. Dentro colocámos receitas de família, fotografias dos meus avós, bisavós e tios, jogos tradicionais e provérbios populares. Gostámos muito de fazer este trabalho porque relembramos a infância e juventude dos meus avós." 

E quando de memórias se trata, os sabores não podem faltar. A prová-lo está este interessante frasco guloso feito pela família da Marta Mendes, onde o sabor doce das pipocas é comparado à doçura das palavras da avó.

"Até o cheirinho me faz lembrar a casa da avó! Estas pipocas são tão doces como as palavras da minha avó" (diz a Marta).
 
Se dúvidas restassem sobre as maravilhas da leitura em família, teriam ficado todas dissipadas.
 
Boas leituras!

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