terça-feira, maio 11, 2021
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O Clube Ciência Viva da Escola Básica António Feijó, no âmbito de um projeto financiado pelo POCH, monitorizou o Rio Lima no espaço comprendido entre as pontes medieval e N. Sra. da Guia, durante os anos 2019 e 2020, atividade que contou com a colaboração da "Casa da Ciência de Braga", pertencente à "Rede de Centros Ciência Viva". Foram recolhidas amostras em quatro pontos e em diferentes momentos.

Neste trabalho estiveram envolvidos professores de Ciências Naturais e Ciências Físico-Químicas, assim como alunos de diversas turmas da Escola Básica António Feijó tendo, nos parâmetros biológicos e físico químicos, chegado à seguinte conclusão:

Parâmetros Físico-Químicos

Os parâmetros Oxigénio dissolvido" e pH encontram-se dentro do que é esperado;

Em relação aos Nitratos e Fósforo Total, os valores encontram-se acima dos valores tabelados, indiciando um aumento das plantas aquéticas que limitarão a realização da fotossíntese e respetivo transporte de oxigénio às diferentes espécies.

Parâmetros Biológicos

A presença de alguns macroinvertebrados nas amostras recolhidas, permitiu classificar a qualidade da água como boa;

A poluição é diminuta, apesar de ser ter encontrado alguns vestígios nas margens.

Para dar a conhecer os resultados do trabalho à comunidade escolar e educativa, o Clube Ciência Viva editou um desdobrável onde é apresentado o trabalho e estudo realizados.

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No final do mês de janeiro concluiu-se a execução do projeto apoiado pelo POCH, destinado ao desenvolvimento de ações no âmbito da ciência, junto da comunidade, dinamizadas pelo Clube Ciência Viva da Escola Básica António Feijó. Hoje, fazemos o balanço e prestamos contas à comunidade, assim como o faremos à Direção Geral de Educação e ao próprio POCH.

O projeto pretendeu o desenvolvimento de iniciativas que visam a melhoria do conhecimento no Ensino das Ciências, contribuindo para a qualidade e eficiência do sistema de educação e formação, com vista à promoção do sucesso escolar e a inclusão social.

Esta operação abarcou quatro iniciativas:

1. Monitorização da qualidade das águas do Rio Lima

Esta iniciativa visa alertar para a necessidade de conservação dos recursos fluviais, procurando acompanhar os princípios e objetivos da Educação Ambiental. A implementação desta iniciativa pretende dar resposta à visível problemática, de âmbito nacional e global, referente à alteração e deterioração da qualidade dos rios e à falta de um envolvimento efetivo dos utilizadores e da população em geral.

Pretendeu-se promover a curiosidade científica e implementar o método científico experimental, através da recolha e registo de informações e dados geográficos, físico-químicos, biológicos, eventos históricos, sociais e etnográficos, contribuindo assim para a melhoria do espaço estudado, da qualidade fluvial global e da qualidade das populações. Os destinatários desta ação são, maioritariamente, os alunos, pretendendo-se que os mesmos adquiram consciência da problemática e levem a informação ao seu núcleo familiar

2. Observação de astros

São objetivos desta iniciativa, construir conhecimentos a respeito do Universo e do Sistema Solar; conhecer a Astronomia como ciência, o seu campo de pesquisa, os seus métodos e suas ferramentas.

Projetou-se construir com os alunos, hipóteses a respeito do que são os planetas, as estrelas, o Sol e a Lua, o Big Bang e a relação de tudo isso com a nossa vida (as estações do ano, o calendário, as fases da lua, etc...), no sentido de incentivar o desenvolvimento da imaginação, da criatividade e do pensamento científico-filosófico do aluno.

Enquanto participantes duma sessão de observação do espaço, os alunos compreenderiam como o telescópio contribuiu para percebermos o lugar que ocupamos no espaço e como, com eles, continuamos a expandir o nosso conhecimento acerca do Universo. Pretendeu-se que conhecessem a história do telescópio, como esses instrumentos funcionam e como os astrónomos os utilizam para explorar os mistérios do Universo.

3. Horta Pedagógica

Esta ação permitiu aos alunos manter um contato direto com a Natureza, estimulando uma aprendizagem ativa e uma melhor consciência ecológica. Os alunos desenvolveram o conhecimento do meio, ligação à natureza, noções matemáticas, destreza motora, criatividade, desenvolvimento emocional, responsabilidade.

Foram criadas ações que permitiram reconhecer a Escola como espaço sustentável e com vida, incorporando a alimentação nutritiva, saudável e ambientalmente sustentável, como eixo gerador da prática pedagógica. Para além disto, a gestão e manutenção da horta revelou ser um espaço de inclusão social dos alunos, pois, a população-alvo desta iniciativa foi, em grande parte, os alunos do Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF) e do Centro de Apoio à Aprendizagem (CAA).

Pretendeu-se a difusão do modelo, de forma a tornar o educando um agente divulgador, para além de promover a intervenção na cultura alimentar e nutricional, tornando a horta num espaço para descoberta, aprendizagem e integração.

4. Charco Pedagógico

Os Charcos são ecossistemas frágeis e instáveis, mas com grande importância ecológica. São habitats com grande interesse de conservação, pois são essenciais para a preservação de espécies de animais e plantas ameaçadas e importantes no desempenho de serviços de ecossistema imprescindíveis para o Homem.

O Clube de Ciência Viva da AF procurou desenvolver atividades de exploração científica e pedagógica e de observação da biodiversidade, bem como contribuir para sensibilizar sobre a importância destes habitats e fomentar a sua construção e conservação, de forma a contribuir para a proteção do Ambiente e tomada de decisões para um futuro sustentável.

Estas diferentes iniciativas foram projetadas e desenvolvidas no sentido de promover o trabalho colaborativo dos docentes, a interdisciplinaridade e a integração de saberes, a troca de experiências com a vinda de cientistas e com a participação das entidades parceiras, o trabalho experimental e o trabalho de campo. O universo de alunos do agrupamento desde as crianças do ensino pré-escolar aos alunos do 1º, 2º e 3º ciclo, com a inclusão dos alunos do Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF) e alunos do Centro de Apoio à Aprendizagem (CAA), bem como toda a comunidade escolar/educativa foram, desde sempre, o epicentro de todo este projeto, que culminaria na participação na Feira/Exposição de Educação Ciência e Tecnologia (Expolima), a cargo do Município de Ponte de Lima, nos dias 12, 13 e 14 de março de 2020. Todo o trabalho planificado esteve disponível para concretizar as atividades e ser apresentado/divulgado no respetivo espaço da Feira.

No dia 13 de março de 2020, por determinação do Governo da República, foram encerradas as escolas devido à Pandemia COVID-19, a execução do projeto do Clube Ciência Viva encontrava-se em plena execução, com ações já finalizadas e outras a caminharem para o seu termo, cumprindo o cronograma inicial.

Para os agrupamentos onde apenas é lecionado o ensino básico, como é o caso do Agrupamento de Escolas António Feijó, as atividades letivas presenciais foram suspensas até final do ano letivo, sendo retomadas apenas no início do ano letivo 2020/2021, no mês de setembro.

Aquando da referida suspensão de aulas presenciais, foi feito pela equipa do Clube de Ciência Viva um balanço das iniciativas previstas/realizadas/calendarizadas. Em concreto, no que diz respeito ao “Charco e Horta Pedagógica”, as ações previstas estavam já todas realizadas. No entanto, havia com a necessidade de promover a manutenção de ambos os ambientes e, com o regresso à escola, foi possível verificar o interesse dos alunos em reiniciar os trabalhos e atividades inerentes aos mesmos.

No que diz respeito à iniciativa “Observação dos Astros”, apesar de já terem ocorrido algumas ações calendarizadas, houve a necessidade de substituir a ação “Observação de astros através do telescópio na IV Feira da Educação, Ciência e Tecnologia” pelo webinarÀ descoberta de planetas extrassolares”, abrangendo um público alvo diferente do inicialmente previsto, dados os constrangimentos relacionados com a situação pandémica. Este webinar teve uma recetividade muito positiva a avaliar pelos registos escritos dos alunos, fruto da forma como o astrónomo palestrante captou o interesse dos público-alvo e pela curiosidade manifestada pelos mesmos, relativamente à temática.

Em relação à iniciativa “Monitorização da qualidade da água do Rio Lima”, à data da suspensão das atividades letivas presenciais, algumas ações programadas já teriam sido realizadas, nomeadamente, uma palestra sobre o tema e duas saídas de campo para recolha de amostras, observação e experiências em loco. No entanto, a saída de campo agendada para o dia 24 de abril de 2020, foi alterada para duas novas datas, a saber: 23 de outubro e 10 de novembro de 2020, de forma a cumprir as regras de distanciamento.

Como resultado desta iniciativa, foi realizada uma compilação dos parâmetros físico-químicos e biológicos das amostras de água recolhidas e de algumas espécies encontradas em vários pontos do Rio Lima (através de análise química e pela utilização de chaves dicotómicas). Posteriormente, foi feita a comparação com valores tabelados para o estabelecimento de Bom Estado Ecológico em Rios. Em resultado desta análise, foram construídos bilhetes de identidade das espécies encontradas (fauna e flora), assim como, um folheto informativo com a finalidade de divulgar à comunidade em geral, os resultados obtidos.

Por força dos condicionalismos acima descritos, houve necessidade de avançar com um pedido para prolongamento do prazo de execução do projeto e, consequentemente, a reprogramação das ações em execução/por executar, sempre que as condições epidemiológicas o permitissem, garantindo sempre um plano alternativo ao presencial, precavendo dessa forma eventuais impedimentos. Por isso, foi solicitado e aceite o prolongamento do encerramento do projeto para o dia 31 de janeiro de 2021, possibilitando, desta forma, a conclusão das ações pendentes e a participação do nosso Clube Ciência Viva no Fórum, que decorreu no dia 23 de janeiro de 2021, em formato online.

Foram colocadas sistematicamente no blogue do Clube de Ciências todas as informações sobre as iniciativas levadas a cabo, registos das mesmas, assim como variadas propostas de atividades, com a finalidade de desenvolver a literacia científica e envolver/motivar discentes e restante comunidade escolar nas temáticas desenvolvidas no âmbito das disciplinas de Ciências Naturais e Físico-Química. Paralelamente, foram desenvolvidas iniciativas de divulgação junto dos alunos aquando do E@D, através de sugestões de protocolos experimentais simples para os vários níveis de ensino, quer no blogue acima mencionado, quer pela plataforma TEAMS e página do Agrupamento Escolar.

Todas as iniciativas começaram a ser preparadas em junho de 2019, com o contacto e o estabelecimento de protocolos com as entidades parceiras, com a planificação das iniciativas a desenvolver no projeto e com a criação do Clube de Ciências prevista para o início do ano letivo 2019/2020.

Para a boa prossecução destas iniciativas, foram delineadas atividades de campo e na escola. Para o efeito, foram estabelecidos protocolos com o Município de Ponte de Lima, com o Centro Ciência Viva de Braga e com a Novamente – Psicologia e Desenvolvimento Educacional, Lda e com a Doctorgimo, Lda.

Estas entidades prestaram serviços conducentes à boa execução das ações previstas, empregando o seu vasto know-how nas temáticas do projeto.

Para finalizar, agradecemos aos alunos, verdadeiros protagonistas deste projeto, aos docentes e alunos dinamizadores do Clube, aos parceiros e a todos os que, de uma forma direta ou indireta colaboraram nesta espaço de promoção da ciência.

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A terra não tremeu mas, esta quinta-feira dia 5 de novembro, as escolas do Agrupamento António Feijó executaram os três gestos que, em caso de sismo salvam: baixar. proteger e aguardar. Esta é uma iniciativa da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) levada a cabo em todo o país e que visa a sensibilização para o risco sismico.

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O Clube Ciência Viva da Escola Básica António Feijó está a assistir ao 1.º Fórum Nacional dos Clubes Ciência Viva, que decorre hoje, dia 23 de janeiro, entre as 10h00 e as 18h30, em modalidade não presencial. No stand do Agrupamento de Escolas António Feijó podem ser conhecidas as diferentes medidas que integraram o projeto, designadamente a Horta Biológica, Charco Pedagógico, Observação dos Astros e Monitorização do Rio Lima, que envolveram centenas de alunos nos anos letivos 2018/2019, 2019/2020 e 2020/2021.

No stand do CCV da EB António Feijó pode ser visionado um filme que faz um apanhado de todo o trabalho realizado nos últimos dois anos, o poster que abarca os projetos, todos eles com forte cunho ambiental, o Boletim do Clube e a grande novidade apresentada neste fórum, que é um desdobrável com os resultados do trabalho da Monitorização do Rio Lima.

A partir do hall virtual do Pavilhão do Conhecimento será possível navegar entre os projetos de mais de 200 Clubes, ouvir testemunhos de quem participa ativamente nestes espaços, conhecer os Centros Ciência Viva, e descobrir alguns dos parceiros deste projeto. Ao longo da emissão haverá ainda tempo para visitas guiadas, conversas em direto com investigadores e jornalistas, debates e pequenos workshops.

A astrobióloga Zita Martins, o cientista e deputado Alexandre Quintanilha, a investigadora Cristina Branquinho, o jornalista Mário Augusto, a comunicadora de ciência Catarina Ramos e o imunologista Luís Graça são alguns dos convidados que irão marcar presença nesta emissão especial.

O acesso ao 1.º Fórum Clubes Ciência Viva na Escola pode ser efetuado aqui.

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O Agrupamento de Escolas António Feijó vai participar, à semelhança do que aconteceu nos anos anteriores, no exercício "A Terra Treme", que terá lugar noi próximo dia 5 de novembro. Trata-se de uma iniciativa da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) que consiste num Exercício Público de âmbito nacional de Sensibilização para o Risco Sísmico (www.aterratreme.pt).  

Este ano assinala-se a 8.ª edição e a data apontada para a sua realização (5 de novembro) coincide com o Dia Mundial de Sensibilização para o Risco de Tsunami, efeméride instituída pela ONU. O Agrupamento de Escolas António Feijó, consciente da importância deste exercício, aderiu desde a primeira hora a esta iniciativa.

O Exercício "A TERRA TREME" é uma das medidas integrantes da Estratégia Nacional para uma Proteção Civil Preventiva e visa capacitar a população para saber como agir antes, durante e depois de um sismo, sensibilizando o cidadão para o facto de viver numa sociedade de risco, e desafiando-o a envolver-se no processo de construção de comunidades mais seguras e resilientes

O sucesso da iniciativa A TERRA TREME vive do grau de sensibilização aos cidadãos para o seu envolvimento e participação.

A divulgação do Exercício é feita nos canais de comunicação – sítio da internet e redes sociais – do Agrupamento, através de uma hiperligação para o sítio digital www.aterratreme.pt.

Tendo em conta a estrutura dos toques em vigor no agrupamento, no Agrupamento António Feijó, o exercício terá lugar às 11h10, possibilitando desta forma que todas as turmas estejam devidamente instaladas dentro das suas salas à hora marcada.

No dia 5 de novembro, às 11h10 vamos colocar em prática os três gestos que podem fazer a diferença: baixar, proteger e aguardar.

Este é uma iniciativa do Clube de Proteção Civil do Agrupamento de Escolas António Feijó.

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